Home

Mercado

Cepea
Pesquisas diárias sobre as principais cadeias de matérias-primas agropecuárias e seus derivados
  • Cepea - Indicadores Diários Atualizados
    Piracicaba, 29/07 19h04
  • Cepea - BOI/CEPEA: Carne valoriza com menor oferta de boi
    Piracicaba, 29/07 12h00 - Cepea 29 – A menor oferta de animais pronto para o abate na maioria das praças pesquisadas pelo Cepea tem diminuído a disponibilidade de carne no atacado. Esse cenário impulsionou os preços dos cortes nos últimos dias. Dados do Cepea indicam que a carcaça casada da vaca valorizou 4% entre 21 e 28 de julho no atacado da Grande São Paulo. Para o boi gordo, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (à vista, com Funrural – CDI, São Paulo) subiu 1,6% no mesmo período, fechando a R$ 85,49 na quarta-feira, 28. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br)
  • Cepea - AÇÚCAR/CEPEA: Preços sobem em pico de safra
    Piracicaba, 29/07 12h00 - Cepea 29 – Os preços do açúcar cristal têm registrado ligeiras altas diárias no estado de São Paulo, mesmo neste período de pico de safra no Centro-Sul do País. Usinas consultadas pelo Cepea que vinham negociando a valores abaixo da média saíram do mercado, diminuindo a oferta no spot. Essas unidades seguiram cumprindo apenas os contratos de exportação e/ou vendendo etanol. Compradores, por sua vez, que acabaram precisavam da matéria-prima para dar continuidade à produção tiveram de pagar os valores pedidos pelas unidades que permaneceram no segmento spot. Entre 21 e 28 de julho, o Indicador do Açúcar Cristal CEPEA/ESALQ (estado de São Paulo) subiu 2,33%, fechando a R$ 42,07/saca de 50 kg na sexta-feira, 23. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br)

Login



Álcool , Açúcar e Bioenergia
A defesa das energias renováveis na prática PDF Imprimir E-mail
Escrito por Luis Zanini   
TUE, 27 de APRIL de 2010 11:29

Entre os parlamentares que defendem a matriz energética limpa e o uso das energias renováveis está o Deputado Federal Arnaldo Jardim.

Na sua trajetória se destacam ações que o referendam como verdadeiro exemplo de aliado dos que desejam menor poluição ambiental e melhor qualidade de vida .

O deputado federal Arnaldo Jardim (PPS-SP) voltou a criticar, nesta terça-feira, a ampliação pelo governo Lula das fontes de energia suja na matriz energética brasileira, principalmente a gerada por termoelétrica que, além de mais cara, é poluente.
É um descalabro um país com enorme potencial para geração de energia alternativa investir tanto em fontes sujas”, lamenta Jardim, que em recente reunião com o diretor-geral  da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), Nelson Hübner, e o ministro de Minas e Energia, Márcio Pereira Zimmermann, cobrou a realização de mais leilões de energia renováveis.
Segundo Jardim, há grande expectativa em relação aos futuros leilões de energia eólica e de biomassa, a que é obtida por meio do bagaço da cana-de-açucar. “A intensificação de leilões da chamada energia limpa é bom para o país, para o meio ambiente e o consumidor”, disse, ao destacar o “sucesso” do leilão de energia eólica realizado o ano passado.

Concessões
Para Arnaldo Jardim, que é membro da Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara, o Palácio do Planalto também erra ao deixar para o próximo governo a discussão das  60 concessões do setor de energia (geração, distribuição e transmissão) que vencem 2015.
Como existe amadurecimento e consenso sobre o tema estabelecidos em seminário da Comissão de Minas e Energia da Câmara em parceiria com o jornal Valor Econômico, em setembro do ano passado, não há porque protelar a decisão”, argumenta o deputado.
Ele diz que a antecipação da renovação das concessões poderá representar uma “diminuição significativa do custo de energia” no país. “Por isso defendo que esse debate seja feito este ano já que diversos contratos de fornecimento de energia vencem em 2012”.

Eficiência energética
No encontro com Zimmermann e Hübner, Jardim enfatizou ainda a necessidade de o governo “reforçar suas ações” no programa de eficiência energética. “A energia é estratégica para qualquer sociedade  pela forma como é produzida e consumida”, disse Jardim, ao chamar a atenção para a necessidade de mudança do padrão de consumo de energia. “A sociedade precisa estar atenta ao fato de que a melhor energia é a que se economiza. Ela é a mais barata e com menor impacto ambiental”, salientou.

LAST_UPDATED2
 
EUA reconhecem etanol brasileiro como biocombustível avançado PDF Imprimir E-mail
Escrito por Fábio de Castro - Agência Fapesp   
SAT, 06 de FEBRUARY de 2010 13:37

 

Biocombustível Avançado

 

A Agência Norte-Americana de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês) anunciou que o etanol brasileiro de cana-de-açúcar reduz as emissões de gases de efeito estufa (GEE) em 61% em relação à gasolina - o que o caracteriza como um "biocombustível avançado".

O reconhecimento da EPA abre o mercado norte-americano e mundial para o etanol brasileiro e deverá contribuir para a redução das tarifas de importação impostas ao produto pelo governo dos Estados Unidos.

 

Mais pesquisas

 

Segundo os pesquisadores, isso aumenta ainda mais a necessidade de investimentos em pesquisas relacionadas ao biocombustível no Brasil.

"O governo dos Estados Unidos reconheceu algo que já estava bem claro para a comunidade científica. Trata-se de uma excelente notícia para o etanol brasileiro porque a disponibilidade de um biocombustível avançado e comercialmente viável é um elemento importante para a estratégia norte-americana de redução de emissões de GEE [gases de efeito estufa]," disse Luís Augusto Barbosa Cortez, professor Engenharia Agrícola da Unicamp.

"No entanto, a provável abertura do mercado criará uma demanda que só poderá ser suprida se tivermos um grande avanço tecnológico", complementa ele.

 

Mais álcool com a mesma cana

 

Segundo Cortez, a necessidade de aumento da produção poderá ter tal magnitude que somente seria possível de ser realizada com investimentos em pesquisa para o aprimoramento do etanol de primeira geração e para o desenvolvimento da produção de etanol celulósico - que deverá aumentar a produtividade sem expansão da área plantada de cana-de-açúcar.

"Essa boa notícia precisa ser acompanhada de investimentos para que o etanol tenha melhores indicadores, como custo de produção, redução de consumo de fertilizantes, produtividade agroindustrial, condições de trabalho no campo e redução de queimadas. A sustentabilidade do etanol tem que ser considerada em suas dimensões ambientais, sociais e econômicas", disse.

 

Consumo mínimo de biocombustíveis

 

De acordo com avaliação feita pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), a decisão da EPA abre o mercado para a entrada de 15 a 40 bilhões de litros de etanol brasileiro nos Estados Unidos até 2022. A nova legislação norte-americana estabelece que o consumo mínimo de biocombustíveis deve ser de mais de 45 bilhões de litros anuais e, até 2022, esse volume deverá ser elevado para até 136 bilhões de litros.

"A decisão não abre o mercado apenas nos Estados Unidos, mas em todo o mundo, porque a EPA é reconhecida em todos os países e o etanol brasileiro provavelmente ganhará importância nas estratégias de redução de emissões de todos eles", disse Cortez.

O pesquisador também coordena estudos sobre expansão da produção de etanol no Brasil visando à substituição de 10% da gasolina no mundo em 2025 por etanol de cana-de-açúcar, feitos pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) e pelo Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Energético (Nipe), da Unicamp.

 

O que é um biocombustível avançado?

 

Para ser considerado um biocombustível avançado, o etanol deve reduzir as emissões de GEE em pelo menos 40% em relação à gasolina. Artigos científicos indicaram que a redução do etanol brasileiro variava entre 60% e 90%, dependendo da metodologia de estudo. O etanol de milho norte-americano, em comparação, produz redução de cerca de 15%.

"Que eu saiba, por esse critério, não há nenhum outro biocombustível avançado comercialmente viável. O biodiesel europeu, que tem melhor desempenho, proporciona reduções na faixa de 20% a 30%. Os norte-americanos têm esperanças de conseguir essa classificação para o etanol de segunda geração, mas ele ainda não é comercial e quando estiver sendo produzido ainda será muito caro", afirmou Cortez.

 

Protecionismo incoerente

 

O professor da Unicamp explica que o reconhecimento da EPA certamente ajudará a derrubar a tarifa de importação do etanol brasileiro nos Estados Unidos, que está estabelecida até o fim de 2010 em US$ 0,54 por galão.

A tarifa, estabelecida para proteger os produtores de etanol de milho nos Estados Unidos, é considerada um grande obstáculo para o produto brasileiro. Mas, segundo o cientista, o ideal é que elas sejam diminuídas gradativamente, com a criação de tarifas diferenciadas.

"Com essas tarifas eles protegem os fazendeiros, mas não reduzem as emissões o suficiente. Esse protecionismo é incoerente com as estratégias ambientais e deverá ser revisto. Mas é preciso que essa redução aconteça paulatinamente para que a indústria brasileira tenha tempo para se preparar para a imensa demanda que será gerada. Se a redução for repentina, isso poderá levar ao desabastecimento", disse.

 

Desproporção

 

O reconhecimento da EPA do etanol brasileiro como biocombustível avançado não basta para que ele seja integrado à estratégia norte-americana, segundo Cortez.

"Para optar de fato pelo nosso etanol, eles precisarão analisar se o Brasil é um fornecedor seguro. O único jeito de garantir isso é aumentar a produção. Hoje, sabemos que uma simples alta na exportação do açúcar já é capaz de afetar o fornecimento de etanol no Brasil", afirmou.

Cortez ressalta que hoje os Estados Unidos consomem cerca de 560 bilhões de litros de gasolina por ano, enquanto o Brasil consome aproximadamente 40 bilhões de litros.

"Se o mercado norte-americano começar a demandar uma quantidade importante como 5 ou 10 bilhões de litros de etanol por ano, isso vai afetar significativamente o mercado brasileiro. Esse mercado é muito sensível ao preço do açúcar em nível internacional e ao consumo de álcool em nível interno", destacou.

LAST_UPDATED2
 
CNI lança manifesto Inovação: A Construção do Futuro PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
MON, 31 de AUGUST de 2009 12:56

Foi lançado o manifesto Inovação: A Construção do Futuro  pela CNI em congresso sobre Inovação realizado em São Paulo em 20 de agosto de 2009 . O documento estabelece uma meta para o setor privado: duplicar o número de empresas inovadoras nos próximos quatro anos. Diz, sem citar fonte, que 6 mil empresas brasileiras declaram fazer pesquisa e 30 mil declaram inovar em produto e processo. Para duplicar o número, a CNI afirma no manifesto que será elaborado um plano de ação, cuja operacionalização começa em 60 dias. Esse plano deverá ter como ponto central propostas de ações direcionadas a melhorar e ampliar as parcerias público-privadas para alavancar a inovação nas empresas.

A CNI entende que fomentar a P&D empresarial é preciso ampliar o acesso a linhas de financiamento, promover incentivos fiscais à inovação e fortalecer a formação tecnológica no país, focando na capacitação de mão-de-obra e nos serviços oferecidos às empresas.

Presidentes ou executivos de primeiro escalão de empresas como Ford, Fiat, 3M, Embraer, Brasil Foods (resultado da fusão de Sadia e Perdigão), Natura, Klabin, Gerdau, Nutrimental, Grupo Ultra, Novartis, IBM, Siemens, Braskem, Coteminas e Biolab, presidentes de federações de indústria e de associações empresariais setoriais, entre outros, subiram ao palco de um dos auditórios do World Trade Center para o lançamento do manifesto. Com isso, a CNI mostrou a adesão à inovação, colocada agora como eixo central no planejamento estratégico das firmas.

"O manifesto expressa o compromisso da indústria com a inovação e afirma um maior protagonismo das empresas. A inovação pode e deve ser apoiada pelo governo, mas, antes de tudo, é uma imposição do mercado para as empresas e é fundamental para uma agenda pós-crise", destacou o presidente da CNI, Armando Monteiro Neto, que classificou o lançamento do manifesto de "momento histórico" para o País. O documento foi resultado do trabalho de mobilização promovido pelo Movimento Empresarial pela Inovação (MEI), coordenado por Rodrigo da Rocha Loures, presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), do Conselho de Política Industrial da CNI e da empresa Nutrimental.

Desde março de 2009 o MEI vem realizando workshops para discutir a proposta do manifesto, em reuniões que começaram com a adesão de cerca de 30 empresários. Mais de 100 outros assinaram o documento lançado no congresso, a ser entregue ainda este mês para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Colocar a inovação como prioridade exige a presença dos empresários à frente do movimento pela inovação", destacou Monteiro Neto. O texto foi lido na íntegra durante o encontro de Inovação pelo presidente da Siemens, Adilson Primo.

O manifesto é o marco da criação de uma Iniciativa Nacional pela Inovação, movimento inspirado pelo Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade (PBQP), criado nos anos 1990 inicialmente sob liderança do governo e transferida em 2001 para uma organização da sociedade civil de interesse público (Oscip), o Movimento Brasil Competitivo. O objetivo é reproduzir para a causa da inovação o comprometimento empresarial obtido no PBQP, disse o presidente da CNI.

Obtenha o manifesto no site

http://www.cni.org.br/portal/lumis/portal/file/fileDownload.jsp?fileId=FF808081232F655E0123336792812EDA

Obtenha as apresentações em http://www.cni.org.br/inovacao/

LAST_UPDATED2
Leia mais...
 
PIB da cana atinge US$ 28 bi - Pesquisa inédita faz radiografia da cana PDF Imprimir E-mail
Escrito por EPTV   

Estudo mostra ainda que participação de capital estrangeiro no setor sucroenergético chega a 16%. Por conta da crise, a maioria dos investimentos que viriam para novas plantas acabaram destinados à compra de plantas já existentes.

O Caminhos da Roça ouviu o coordenador do estudo e professor de Estratégia da FEA-USP, Marcos Fava Neves. Ele relatou que os números são assustadores "no bom sentido, é claro!".

Para começar a entrevista, o repórter Guilherme Nali questiona a importância da cadeia produtiva para Brasil.

Marcos Fava: "Se falava muito da importância da cana de açúcar para o país, mas sem uma densidade de números. E desta vez o estudo levantou praticamente tudo, desde refeições coletivas que são vendidas para as usinas, para a cadeia produtiva como um todo até o setor de máquinas de Sertãozinho, a geração de empregos, os impostos. Ou seja, mapeamos desde os fabricantes de máquinas até os postos de combustíveis e até exportação de açúcar nos portos."

Guilherme Nali: "Em relação a geração de empregos, aos impostos, o que ficou concluído deste estudo?

Marcos Fava: "Os números são assustadores no bom sentido. O volume de empregos diretos gerados, desde os fornecedores de insumos, os trabalhadores das fazendas, das usinas, a distribuição passa de um milhão e trezentas mil pessoas. Se você somar os indiretos chega a quase quatro milhões de pessoas que hoje tem a sua renda, da sua família dependente do setor sucroenergético no Brasil."

Guilherme Nali: "28 bilhões de dólares é o PIB do setor sucroenergético. Isso para o governo tem um peso fundamental?"

Marcos Fava: "É um setor extremamente importante porque, diferentemente de montagem de aviões de outras coisas que nós estamos exportando porque a cana praticamente não importa nada para exportar bastante açúcar e um pouco menos de etanol. Então é um dólar limpo, vamos dizer assim, é um dólar que vem lá do exterior para a economia brasileira usando pouca importação diferente de outros setores e o volume de tributos que essa cadeia produtiva gera chega a sete bilhões de dólares."

 

Leia mais...
 
Álcool combustível completa 30 anos nos postos com previsão de crescimento PDF Imprimir E-mail
Escrito por Assessoria de Comunicação   
MON, 11 de Maio de 2009 13:22
Foi em maio de 1979, quatro anos depois da criação do Proalcool, programa estatal de alternativa ao petróleo, que os 16 primeiros postos de combustível começaram a receber o álcool combustível. Foi também há 30 anos que começaram a chegar ao mercado os primeiros carros que circulavam somente a álcool. Atualmente, o álcool combustível está disponível em todo o país. Para Edimário Oliveira Machado, diretor de rede de postos da Petrobras Distribuidora, “o álcool é uma realidade irreversível, um combustível bom, que tem apelo ecológico”.
Leia mais...
 
«InícioAnterior12345678910PróximoFim»

JPAGE_CURRENT_OF_TOTAL
 
Banner