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Editorial
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Avião agora será flex: Em dois anos, setor de aviação poderá contar com a tecnologia hoje disponível nos carros de passeio |
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Escrito por Gazeta de Ribeirão
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TUE, 10 de AUGUST de 2010 20:28 |
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02/08/10 - Em dois anos, o setor de aviação poderá se beneficiar de uma tecnologia bem conhecida dos motoristas de carros: o sistema flex. A inovação está em desenvolvimento na planta da Magneti Marelli, em Hortolândia, na Região Metropolitana de Campinas. O objetivo é baratear o custo de operação de pequenas aeronaves e reduzir a agressão ao meio ambiente. Com a solução, constituída de um kit de componentes que gerencia eletronicamente o motor, será possível abastecer com gasolina de aviação (AVGAS), etanol ou uma mistura dos dois combustíveis.
A iniciativa é pioneira no mundo, segundo o executivo responsável pelo projeto na Magneti Marelli, Eduardo Campos. Ele ressaltou que, hoje, é possível abastecer aeronaves de pequeno porte, dependendo do modelo, com um ou outro combustível. O desenvolvimento do sistema multicombustíveis para aeronaves é uma parceria entre a empresa, a Divisão de Propulsão Aeronáutica e o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE). O projeto foi apresentado, no Seminário sobre Fontes Renováveis de Energia na Aviação, em São José dos Campos, realizado pela Organização Brasileira para o Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica (CTA-BR), no mês passado. O sistema não se aplica aos aviões de grande porte e jatos.
Engenheiro e gerente comercial da Divisão Powertrain da Magneti Marelli, Eduardo Campos, afirmou que o sistema tem o mesmo conceito do usado nos carros, porém a aplicação está sendo desenhada para as aeronaves de pequeno porte. Ele explicou que o motor desses aviões é a pistão, e o ciclo térmico é o mesmo dos veículos. O especialista comentou que o novo sistema trará evolução na composição dos equipamentos, que hoje ainda possuem carburadores e magnetos de ponto fixo de ignição. "As peças serão substituídas por um sistema de gerenciamento eletrônico que permitirá a escolha do tipo de combustível que vai no tanque da aeronave", disse.
Campos comentou que a gasolina de aviação tem componentes mais poluentes do que o etanol, e a possibilidade de escolha trará ganho econômico e ambiental. "O valor da hora de voo é muito elevado e será barateado com o novo sistema. O custo do litro do álcool é menor do que o da gasolina de aviação. Com o etanol há um ganho de performance, mas o consumo aumenta. No caso da gasolina, a autonomia é maior", comparou o especialista.
DIFERENÇA
O engenheiro e gerente comercial da Divisão Powertrain da Magneti Marelli salientou que a diferença na autonomia verificada na gasolina usada nos carros, que possui uma mistura de 25% de álcool anidro, a diferença com o combustível originado da cana de açúcar (álcool etílico) é de 25%. Na aviação geral, a variação estimada é de 15% a 20%. "A gasolina de aviação não tem a mistura do álcool. O sistema que está em desenvolvimento, e tem o suporte do CTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeronáutica) que possui o conhecimento dessa área, propiciará o uso de etanol, gasolina de aviação ou uma mistura em qualquer proporção dos dois combustíveis", ressaltou.
Ele acrescentou que para os pilotos e as empresas será ótimo. pois "Eles poderão reduzir os gastos e, dependendo do local onde estiverem, usar o combustível disponível ou escolher com qual deles irão abastecer o avião", comentou. O projeto começou há seis anos e está em fase de ensaios em campo de testes. "O sistema está em provas em equipamentos no chão. Não pretendemos queimar etapas. A estimativa do CTA é que até o final desse ano será possível realizar testes em voo. O projeto é viável e a projeção é que em dois anos ele poderá ser comercializado", afirmou.
De acordo com a empresa, o sistema flex para motores aeronáuticos será implantado inicialmente em um motor Lycoming 0-360 A1D, de fabricação americana, com potência 180 HP. Os ensaios de voo vão acontecer em uma aeronave AeroBoero 180. Campos destacou que três engenheiros do CTA participam do projeto e outros quatro são da multinacional italiana.
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Solidariedade para com o pequeno e médio fornecedor de cana |
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Escrito por Edmundo Coelho Barbosa
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WED, 05 de Maio de 2010 12:31 |
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Os pequenos e o médios fornecedores de cana são a força propulsora da cadeia produtiva, sem eles não haveria matéria prima, nem empregos na zona rural. As pequenas propriedades são a maioria na estrutura fundiária dos vinte e oito municípios paraibanos aonde existe cultivo da cana-de-açúcar.
Para que ocorra a restruturação do setor e a expansão da cultura de cana-de-açúcar na região Nordeste do Brasil com os padrões de sustentabilidade já existentes no país é imprescindível uma postura de solidariedade dos parlamentares paraibanos neste momento. Os fornecedores de cana precisam ser apoiados agora.
O estudo “Implicações dos padrões de sustentabilidade dos biocombustíveis para o Brasil”, realizado em dezembro de 2009 e prestes a ser divulgado pelo Winrock Internacional, instituto internacional sediado nos Estados Unidos dedicado à inclusão social, ampliação de oportunidades econômicas e preservação de recursos naturais aponta a importância de políticas públicas para a correção das desigualdades regionais.
É importante registrar, que diferentemente do que ocorre em São Paulo, onde a atividade canavieira, apesar do gigantismo da escala de produção, quando comparada a do Nordeste, representa apenas 2% do PIB paulista, já na região, em Estados como Pernambuco, Alagoas, e a Paraíba o peso do Setor (Cluster) no PIB é ainda hoje de 10% e 20% respectivamente, revelando, portanto a atividade canavieira como importante e destacado pilar de sustentação econômica e social para o povo do Nordeste.
Para conhecer a proposta de Programa de Subvenção Restruturador da Atividade Canavieira no Nordeste, visando a recuperação dos canaviais dos Fornecedores de Cana, com o aumento de produtividade, esta reduzida em função da falta de recursos para a renovação dentro de manejo adequado para a cultura basta clicar aqui ou na imagem a cima.
A proposta no seu contexto prevê o aumento da competitividade através do incremento da produtividade em 18%, visando a auto sustentabilidade dos produtores, com a participação parcial e decrescente do Governo Federal no investimento total de cada ano, sendo complementado pelos Fornecedores ao longo de 06 (seis) anos.
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A defesa das energias renováveis na prática |
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Escrito por Luis Zanini
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TUE, 27 de APRIL de 2010 11:29 |
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Entre os parlamentares que defendem a matriz energética limpa e o uso das energias renováveis está o Deputado Federal Arnaldo Jardim.
Na sua trajetória se destacam ações que o referendam como verdadeiro exemplo de aliado dos que desejam menor poluição ambiental e melhor qualidade de vida .
O deputado federal Arnaldo Jardim (PPS-SP) voltou a criticar, nesta terça-feira, a ampliação pelo governo Lula das fontes de energia suja na matriz energética brasileira, principalmente a gerada por termoelétrica que, além de mais cara, é poluente. “É um descalabro um país com enorme potencial para geração de energia alternativa investir tanto em fontes sujas”, lamenta Jardim, que em recente reunião com o diretor-geral da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), Nelson Hübner, e o ministro de Minas e Energia, Márcio Pereira Zimmermann, cobrou a realização de mais leilões de energia renováveis. Segundo Jardim, há grande expectativa em relação aos futuros leilões de energia eólica e de biomassa, a que é obtida por meio do bagaço da cana-de-açucar. “A intensificação de leilões da chamada energia limpa é bom para o país, para o meio ambiente e o consumidor”, disse, ao destacar o “sucesso” do leilão de energia eólica realizado o ano passado.
Concessões Para Arnaldo Jardim, que é membro da Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara, o Palácio do Planalto também erra ao deixar para o próximo governo a discussão das 60 concessões do setor de energia (geração, distribuição e transmissão) que vencem 2015. “Como existe amadurecimento e consenso sobre o tema estabelecidos em seminário da Comissão de Minas e Energia da Câmara em parceiria com o jornal Valor Econômico, em setembro do ano passado, não há porque protelar a decisão”, argumenta o deputado. Ele diz que a antecipação da renovação das concessões poderá representar uma “diminuição significativa do custo de energia” no país. “Por isso defendo que esse debate seja feito este ano já que diversos contratos de fornecimento de energia vencem em 2012”.
Eficiência energética No encontro com Zimmermann e Hübner, Jardim enfatizou ainda a necessidade de o governo “reforçar suas ações” no programa de eficiência energética. “A energia é estratégica para qualquer sociedade pela forma como é produzida e consumida”, disse Jardim, ao chamar a atenção para a necessidade de mudança do padrão de consumo de energia. “A sociedade precisa estar atenta ao fato de que a melhor energia é a que se economiza. Ela é a mais barata e com menor impacto ambiental”, salientou. |
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Sindicato da Indústria de Fabricação do Álcool do Estado da Paraíba |
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Escrito por Assessoria de Comunicação
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TUE, 22 de SEPTEMBER de 2009 12:07 |
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O Sindicato da Indústria de Fabricação do Álcool do Estado da Paraíba (Sindalcool) congrega as empresas do setor sucroenergético paraibano. São sete associadas que atuam na região do Litoral e Brejo, englobando 26 municípios, gerando cerca de 10.000 empregos diretos e outros 40 mil indiretos em período de safra.
Presidente-executivo: Edmundo Coelho Barbosa
Para o triênio 2009/2012 o Conselho Diretor eleito é composto por:
Diretor-presidente: José Bolívar de Melo Neto (Usina Japungu) Vice-Presdidente: Eduardo Amorim de Oliveira (Usina Monte Alegre) Diretor Técnico: Gilvan Celso Cavalcanti Sobrinho (Destilaria Miriri) Diretor de Relações Institucionais: Luismar Melo (Japungu/Agroval) Diretor Comercial: Carlos Pessoa de Mello Filho (Pemel Empreendimentos)
Conselho Fiscal: Sérgio Lodeiro Frota (Agro Industrial Tabu) José Ivo Morais / Dante Lanza Santos (Giasa – LDC SEV)
EMPRESAS ASSOCIADAS:
Caapora – PB Fone: (83) 3286-2900 Fax: (83) 3286-2903
AGROVAL – Agroindustrial Vale do Paraíba Ltda.
Engenho Santana – Santa Rita (PB) Fone: (83) 2106-6953
Destilaria Miriri S.A.
Fazenda Miriri – Santa Rita (PB) Fone/Fax: (83) 2106-2764
Fazenda Ibura – Pedras de Fogo (PB) Fone/Fax: (83) 3651-1150
Japungu Agroindustrial Ltda
Fazenda Japungu – Santa Rita (PB) Fone: (83) 2106-9800 Fax: (83) 2106-9819 /9820
Pemel Empreendimentos Agroindustriais e Comércio Ltda
Fazenda Manibu – Rio Tinto (PB) Fone: (83) 3297-1024 Fax: (83) 3297-1083
Fazenda Monte Alegre – Mamanguape (PB) Fone:(83) 3292-2720 Fax: (83) 3292-2240 e 3650
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Resolução do CONAMA para Caldeiras prejudica Indústrias |
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Escrito por Redação
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FRI, 24 de JULY de 2009 19:48 |
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Diversas indústrias existentes no país poderão ser obrigadas a investir em lavadores de gases O Setor Sucroalcooleiro Nacional, através da ALCOPAR, CTC, UNICA, MINAS e UDOP, vem acompanhando e participando do Grupo de Trabalho constituído no âmbito do CONAMA, para proceder a revisão dos limites de emissões atmosféricas de fontes fixas alimentadas com bagaço de cana. O assunto é sério e poderá trazer exigências de investimentos de até três milhões de reais por empresa.Na atual situação de dificuldades de investimento a nova norma poderá implicar em multas uma vez que representa mais uma exigência governamental. O subgrupo, encarregado da revisão dos limites de emissões provenientes de processos de geração de calor, a partir da combustão externa de bagaço de cana-de-açúcar, é coordenado por Maria Cristina Poli e Carlos Komatsu (CETESB), cuja pretensão é estender os limites fixados para caldeiras novas, também para as caldeiras existentes até dezembro de 2007. Segundo levantamentos feitos pelo CTC, ALCOPAR, UDOP e MINAS, mais de 60% das caldeiras existentes no país não estão atendendo os limites fixados na CONAMA 382. Desses mais de 60% que não atendem os limites máximos fixados, conforme relatório da consultoria IPLAN, contratada pela ALCOPAR, aproximadamente, 40% dessas caldeiras poderão atingir, mediantes a utilização de investimentos em lavadores de gazes e decantadores. Outros 40%, somente obterão emissões razoáveis, com pesados investimentos. E o saldo de 20% das caldeiras existentes, deverão substituir suas caldeiras, o que significa pesadíssimos investimentos. O assunto é muito sério e tem ocasionado muita preocupação, pois, caso o Setor de Bioenergia não consiga sensibilizar os membros do CONAMA, teremos o agravamento das questões ambientais, que poderão, até mesmo, inviabilizar a continuidade de muitas empresas de nosso setor. Anexo, para vossa análise e conhecimento, cópia do material apresentando pelo CTC, ALCOPAR, UDOP e MINAS. A próxima reunião desse subgrupo está agendada para o dia 19 de agosto de 2009, na CETESB, em São Paulo. Nessa oportunidade, os representantes do Setor Produtivo deverão apresentar proposta contendo os limites máximos, e prazo necessário para sua implementação. No caso do Paraná, único estado que possui legislação específica sobre o assunto (Resolução SEMA 54), cujos limites de emissões estão em vigor desde início de 2008, já obrigou as empresas do estado a adquirirem lavadores de gazes, propiciando uma redução de 80% das emissões atmosféricas, existentes antes dos investimentos. Entretanto, as emissões, obtidas com os investimentos feitos no Paraná, atendem a SEMA 54, mas, em hipótese alguma, os limites do CONAMA 382. Assista as apresentações da CETESB sobre emissões e caldeiras. CLIQUE ABAIXO PARA FAZER O DOWNLOAD CETESB 1 CETESB 2 CETESB 3 CETESB 4 CETESB 5 Complemento Final |
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