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Sindicato da Industria de Fabricacao de Alcool do Estado da Paraiba
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Escrito por Gazeta de Ribeirão
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02/08/10 - Em dois anos, o setor de aviação poderá se beneficiar de uma tecnologia bem conhecida dos motoristas de carros: o sistema flex. A inovação está em desenvolvimento na planta da Magneti Marelli, em Hortolândia, na Região Metropolitana de Campinas. O objetivo é baratear o custo de operação de pequenas aeronaves e reduzir a agressão ao meio ambiente. Com a solução, constituída de um kit de componentes que gerencia eletronicamente o motor, será possível abastecer com gasolina de aviação (AVGAS), etanol ou uma mistura dos dois combustíveis.
A iniciativa é pioneira no mundo, segundo o executivo responsável pelo projeto na Magneti Marelli, Eduardo Campos. Ele ressaltou que, hoje, é possível abastecer aeronaves de pequeno porte, dependendo do modelo, com um ou outro combustível. O desenvolvimento do sistema multicombustíveis para aeronaves é uma parceria entre a empresa, a Divisão de Propulsão Aeronáutica e o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE). O projeto foi apresentado, no Seminário sobre Fontes Renováveis de Energia na Aviação, em São José dos Campos, realizado pela Organização Brasileira para o Desenvolvimento da Certificação Aeronáutica (CTA-BR), no mês passado. O sistema não se aplica aos aviões de grande porte e jatos.
Engenheiro e gerente comercial da Divisão Powertrain da Magneti Marelli, Eduardo Campos, afirmou que o sistema tem o mesmo conceito do usado nos carros, porém a aplicação está sendo desenhada para as aeronaves de pequeno porte. Ele explicou que o motor desses aviões é a pistão, e o ciclo térmico é o mesmo dos veículos. O especialista comentou que o novo sistema trará evolução na composição dos equipamentos, que hoje ainda possuem carburadores e magnetos de ponto fixo de ignição. "As peças serão substituídas por um sistema de gerenciamento eletrônico que permitirá a escolha do tipo de combustível que vai no tanque da aeronave", disse.
Campos comentou que a gasolina de aviação tem componentes mais poluentes do que o etanol, e a possibilidade de escolha trará ganho econômico e ambiental. "O valor da hora de voo é muito elevado e será barateado com o novo sistema. O custo do litro do álcool é menor do que o da gasolina de aviação. Com o etanol há um ganho de performance, mas o consumo aumenta. No caso da gasolina, a autonomia é maior", comparou o especialista.
DIFERENÇA
O engenheiro e gerente comercial da Divisão Powertrain da Magneti Marelli salientou que a diferença na autonomia verificada na gasolina usada nos carros, que possui uma mistura de 25% de álcool anidro, a diferença com o combustível originado da cana de açúcar (álcool etílico) é de 25%. Na aviação geral, a variação estimada é de 15% a 20%. "A gasolina de aviação não tem a mistura do álcool. O sistema que está em desenvolvimento, e tem o suporte do CTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeronáutica) que possui o conhecimento dessa área, propiciará o uso de etanol, gasolina de aviação ou uma mistura em qualquer proporção dos dois combustíveis", ressaltou.
Ele acrescentou que para os pilotos e as empresas será ótimo. pois "Eles poderão reduzir os gastos e, dependendo do local onde estiverem, usar o combustível disponível ou escolher com qual deles irão abastecer o avião", comentou. O projeto começou há seis anos e está em fase de ensaios em campo de testes. "O sistema está em provas em equipamentos no chão. Não pretendemos queimar etapas. A estimativa do CTA é que até o final desse ano será possível realizar testes em voo. O projeto é viável e a projeção é que em dois anos ele poderá ser comercializado", afirmou.
De acordo com a empresa, o sistema flex para motores aeronáuticos será implantado inicialmente em um motor Lycoming 0-360 A1D, de fabricação americana, com potência 180 HP. Os ensaios de voo vão acontecer em uma aeronave AeroBoero 180. Campos destacou que três engenheiros do CTA participam do projeto e outros quatro são da multinacional italiana.
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Escrito por Luis Zanini
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Entre os parlamentares que defendem a matriz energética limpa e o uso das energias renováveis está o Deputado Federal Arnaldo Jardim.
Na sua trajetória se destacam ações que o referendam como verdadeiro exemplo de aliado dos que desejam menor poluição ambiental e melhor qualidade de vida .
O deputado federal Arnaldo Jardim (PPS-SP) voltou a criticar, nesta terça-feira, a ampliação pelo governo Lula das fontes de energia suja na matriz energética brasileira, principalmente a gerada por termoelétrica que, além de mais cara, é poluente. “É um descalabro um país com enorme potencial para geração de energia alternativa investir tanto em fontes sujas”, lamenta Jardim, que em recente reunião com o diretor-geral da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), Nelson Hübner, e o ministro de Minas e Energia, Márcio Pereira Zimmermann, cobrou a realização de mais leilões de energia renováveis. Segundo Jardim, há grande expectativa em relação aos futuros leilões de energia eólica e de biomassa, a que é obtida por meio do bagaço da cana-de-açucar. “A intensificação de leilões da chamada energia limpa é bom para o país, para o meio ambiente e o consumidor”, disse, ao destacar o “sucesso” do leilão de energia eólica realizado o ano passado.
Concessões Para Arnaldo Jardim, que é membro da Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara, o Palácio do Planalto também erra ao deixar para o próximo governo a discussão das 60 concessões do setor de energia (geração, distribuição e transmissão) que vencem 2015. “Como existe amadurecimento e consenso sobre o tema estabelecidos em seminário da Comissão de Minas e Energia da Câmara em parceiria com o jornal Valor Econômico, em setembro do ano passado, não há porque protelar a decisão”, argumenta o deputado. Ele diz que a antecipação da renovação das concessões poderá representar uma “diminuição significativa do custo de energia” no país. “Por isso defendo que esse debate seja feito este ano já que diversos contratos de fornecimento de energia vencem em 2012”.
Eficiência energética No encontro com Zimmermann e Hübner, Jardim enfatizou ainda a necessidade de o governo “reforçar suas ações” no programa de eficiência energética. “A energia é estratégica para qualquer sociedade pela forma como é produzida e consumida”, disse Jardim, ao chamar a atenção para a necessidade de mudança do padrão de consumo de energia. “A sociedade precisa estar atenta ao fato de que a melhor energia é a que se economiza. Ela é a mais barata e com menor impacto ambiental”, salientou. |
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Biotecnologia é estratégica para o setor sucroalcooleiro da Paraíba |
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Escrito por Assessoria de Comunicação
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Nesta sexta-feira (24), as 15 horas, o Dr. Luiz Antônio Barreto de Castro, Secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério de Ciência e Tecnologia, fará palestra com o tema “A biotecnologia no contexto da Pesquisa e Desenvolvimento”. O Dr. Luiz Antônio é um dos idealizadores da rede RENORBIO de pesquisas em Biotecnologia. O encontro acontece na Sala de Reuniões do Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN) na Universidade Federal da Paraíba. A palestra está sendo promovida pela Comissão interderpatamental Pró-PPG em Biotecnologia e Biodiversidade (CCEN/UFPB) e tem o apoio do Sindicato das Indústrias de Fabricação do Álcool do Estado da Paraíba (Sindalcool).
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Álcool combustível completa 30 anos nos postos com previsão de crescimento |
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Escrito por Assessoria de Comunicação
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Foi em maio de 1979, quatro anos depois da criação do Proalcool, programa estatal de alternativa ao petróleo, que os 16 primeiros postos de combustível começaram a receber o álcool combustível. Foi também há 30 anos que começaram a chegar ao mercado os primeiros carros que circulavam somente a álcool. Atualmente, o álcool combustível está disponível em todo o país. Para Edimário Oliveira Machado, diretor de rede de postos da Petrobras Distribuidora, “o álcool é uma realidade irreversível, um combustível bom, que tem apelo ecológico”.
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Presidente executivo do Sindalcool prestigia posse do novo secretário da Receita Estadual |
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Escrito por Assessoria de Comunicação
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 Em solenidade bastante prestigiada tomou posse, esta semana, o novo secretário da Receita, o auditor fiscal Anísio Carvalho Neto. O presidente executivo do Sindicato das Indústrias de Fabricação do Álcool e Açúcar do Estado da Paraíba (Sindalcool-PB), Edmundo Barbosa, participou da solenidade. O ato foi presidido pelo vice-governador Luciano Cartaxo e contou com as presenças do secretário adjunto da Receita Federal no Brasil, Otacílio Cartaxo; dos secretários de estado Antônio Fernandes (Administração), Marcos Ubiratan (Finanças); do presidente do Sindifisco, Manoel Isidro, e boa parte dos servidores da Secretaria. |
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