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Pesquisas diárias sobre as principais cadeias de matérias-primas agropecuárias e seus derivados
  • Cepea - Indicadores Diários Atualizados
    Piracicaba, 03/09 18h39
  • Cepea - SUÍNOS/CEPEA: Vivo e carne registram maior valor desde final de 2008
    Piracicaba, 03/09 12h00 - Cepea, 3 – Em agosto, os preços do vivo e também os da carne em São Paulo alcançaram os maiores patamares desde o final de 2008, segundo dados do Cepea. Entre 30 de julho e 31 de agosto, as maiores altas do vivo foram observadas nas regiões de Erechim (20%), Rondonópolis (19%) e de Chapecó (18%). Em São Paulo e em Belo Horizonte, o aumento foi de 12% e 8%, respectivamente. Mesmo com a alta nos preços, o produtor precisa se manter atento aos custos de produção, visto que os valores dos insumos também aumentaram no período. Em algumas regiões, conforme dados do Cepea, as altas foram até maiores que as do suíno vivo. No acumulado de agosto, o milho valorizou 18% em Cascavel, 13% em Chapecó e 14% em Campinas (SP). No mesmo período, a cotação do farelo de soja subiu 7,5% no oeste do Paraná, 9,5% em Chapecó e 2,3% em Campinas. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br )
  • Cepea - FRANGO/CEPEA: Relação de preços é a pior em seis anos
    Piracicaba, 03/09 12h00 - Cepea, 3 – O frango resfriado tem acompanhado a forte valorização da carne de boi no mercado interno, mesmo com a oferta de frango relativamente alta, conforme pesquisas do Cepea. Em agosto, o resfriado valorizou 8% e a carcaça casada bovina, 7% no atacado da Grande SP – dados do Cepea. Como as recentes altas do resfriado têm apenas acompanhado a valorização do boi, que é seguida também pela carne suína, a relação de preços do frango com essas duas concorrentes continua no pior nível dos últimos seis anos – período para o qual o Cepea dispõe de dados de frango. Isso porque as carnes bovina e suína se valorizaram ao longo dos últimos 12 meses, ao passo que a de frango recuou. Conforme dados do Cepea, enquanto o frango resfriado no atacado de São Paulo (capital) acumula desvalorização de 12% entre agosto/09 e agosto/10, a média da carcaça casada bovina subiu quase 20% e a da carcaça comum suína, 27%. Assim, em 30 de agosto, o preço médio do frango resfriado foi 59% menor que o da carcaça casada bovina e 44% inferior ao da carcaça comum suína. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br )

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Preço Referencial do Kilo de ATR

 

Durante a intervenção estatal no setor sucroalcooleiro, o preço sempre foi regulado de modo a assegurar a rentabilidade e, ao mesmo tempo, possibilitar a contenção do processo inflacionário. Dessa forma, os preços eram fixados tomando como referencial o valor constante de planilhas de custo de produção, acrescido de montante que representasse o lucro da atividade.

Com a desregulamentação do setor, estabeleceram-se condições mais competitivas, visto que os preços dos produtos finais (açúcar e álcool) e da matéria-prima passaram a ser determinados de acordo com as regras de livre mercado.

O preço da cana-de-açúcar não é mais determinado pelo governo desde a safra 1998/99. Diante disso, surgiram entidades com o intuito de organizar o setor que se encontrava durante décadas sob a intervenção estatal.

No Estado da Paraíba, constituiu-se um grupo formado por representantes dos produtores de cana, representados pela Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba, e industriais, representados pelo Sindicato da Indústria de Fabricação do Álcool do Estado da Paraíba – SINDALCOOL e do Sindicato da Indústria de Fabricação do Açúcar do Estado da Paraíba, com o objetivo de desenvolver um novo sistema para a remuneração da cana-de-açúcar. A proposta sempre foi de instituição de um Conselho de Produtores de Cana, Açúcar e Álcool da Paraíba (CONSECANA) para implementar a nova sistemática. A proposta de instituição desse Conselho permaneceu em aberto e as industrias passaram a fazer a remuneração da tonelada de cana-de-açúcar com base no Açúcar Total Recuperável – ATR.

No modelo CONSECANA se caracteriza pela remuneração da tonelada de cana pela qualidade. E considera, para efeito de determinação do valor da tonelada da cana-de-açúcar, a quantidade de Açúcar Total Recuperável (ATR), contida na matéria-prima entregue na unidade de processamento, e o preço do quilograma do ATR.

O preço do quilograma do ATR é determinado em função do preço do açúcar, nos mercados interno estadual (branco) e externo (branco e VHP), do preço do álcool anidro e hidratado (carburante e industrial, nos mercados interno estadual e externo), livre de impostos ou frete, do 'mix' de produção de cada unidade industrial, ou seja, a quantidade produzida de açúcar e álcool, e da participação da matéria-prima nos custos de produção do açúcar e do álcool.

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